quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Amar é ser feliz (Hermann Hesse)
SÓ SE SABE AQUILO QUE JÁ SENTIU
Amar é respeitar o espaço de cada um...

Leticia Thompson
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Feliz 2009
SE NÃO PUDER SER O MAQUINISTA,
SEJA ENTÃO O SEU MAIS DIVERTIDO PASSAGEIRO
SENTE NUM LUGAR PRÓXIMO À JANELA,
DESFRUTE CADA BELEZA QUE O TEMPO LHE
OFERECER, COM O PRAZER DE QUEM ESTÁ
REALIZANDO A PRIMEIRA VIAGEM

NÃO SE ASSUSTE COM OS ABISMOS, NEM COM AS
CURVAS QUE NÃO LHE DEIXAREM VER OS CAMINHOS
QUE ESTÃO POR VIR.
PROCURE CURTIR A VIAGEM DA VIDA,
OBSERVANDO CASA ARBUSTO, CADA RIACHO,
BEIRAIS DE ESTRADAS, E TONS MUTANTES DE
PAISAGEM
DESDOBRE O MAPA E PLANEJE ROTEIROS

PRESTE ATENÇÃO EM CADA NOVA PARADA,
E FIQUE ATENTO AO APITO EM CADA PARTIDA.
E QUANDO CHEGAR A UMA NOVA ESTAÇÃO E
DECIDIR DESCER, ONDE A ESPERANÇA LHE
ACENOU NÃO HESITE.
DESEMBARQUE NELA TODOS OS SEUS SONHOS
(Desconheço o autor)quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Simplesmente AMOR...
Apenas por palavras expressadas.
Por pessoas que através de uma tela.
Nos deixam até mais animadas.
Outros chegam até a se apaixonar!
E vivem aquele amor intensamente.
Como poder uma coisa dessa explicar,
Ou como acontece exatamente?
Não sei se é consciente ou inconciente.
O que sei é que acontece com muita gente,
Enquanto por mim me vejo contente,
Com esse carinho que diáriamente,
Recebo e transmito como coisa natural.
Um amor que se contenta com beijos não dados.
Mas imaginados e tão desejados.
Dizer que este amor não existe me deixa triste.
Porque quando virtualmente falamos nós viajamos.
Nos encontramos.
Nos abraçamos.
Nossos olhos não se encontram frente-a-frente, mas se buscam pelo espaço.
Nossas vozes nos acalentam. Nossas palavras são ditas com o coração.
São tão bons nossos encontros virtuais que parecem reais.
Quando falo contigo encontro amor, paixão e paz.
(Desconheço o autor)
EXCUSE ME
"Perdoe-me"
Você, uma balsa num mundo perdido de sonhos
Uma mística criadora de esquemas
Emocionalmente no meu interior
Eu, nada mais que um grão de areia
E perdido na praia do seu território
Incapaz de entender
Refrão:
Quando você está perto
A realidade perde o poder
E solitárias, as lágrimas molham minh'alma
Mas o que acontece dentro da sua cabeça?
E aonde quer que eu vá
Aquela fantasia nos traz de volta
Realmente não pode ser tão ruim
Deixá-la fazer as pessoas (felizes uma vez)
Amor, as chances são tão poucas
Perdoe-me pelas coisas estranhas que faço
Estou me afogando num oceano de você
Refrão
O exercício da paciência

Esta é a historia de um menino que tinha um mau caráter. Seu pai lhe deu um saco de pregos e lhe disse que cada vez que perder a paciência, ele deveria pregar um prego atrás da porta.
No primeiro dia, o menino pregou 37 pregos atrás da porta.As semanas que seguiram, a medida que ele aprendia a controlar seu gênio, pregava cada vez menos pregos atrás da porta. Com o tempo descobriu que era mais fácil controlar seu gênio que pregar pregos atrás da porta.
Chegou o dia em que pode controlar seu caráter durante todo o dia.
Depois de informar a seu pai, este lhe sugeriu que retirasse um prego a cada dia que conseguisse controlar seu caráter. Os dias se passaram e o jovem pode finalmente anunciar a seu pai que não havia mais pregos atrás da porta.
Seu pai o pegou pela mão, o levou até a porta e lhe disse: meu filho, vejo que tens trabalhado duro, mas veja todos estes buracos na porta.
Nunca mais será a mesma.
Cada vez que tu perdes a paciência,deixa cicatrizes exatamente como as que vê aqui. Tu podes insultar alguém e retirar o insulto, mas dependendo da maneira como fala poderá ser devastador e a cicatriz ficará para sempre. Uma ofensa verbal pode ser tão daninha como uma ofensa física.
Os amigos são jóias preciosas. Nos fazem rir e nos animam a seguir adiante. Nos escutam com atenção e sempre estão prontos a abrir seu coração.
(Desconheço a autoria)
Minha menina, que hoje é uma mulher

Minha menina, que hoje é uma mulher que escolhe a própria trilha quando quer agora o vento vai levar você pra longe esse mesmo vento que meus dias esfria. Mas eu não posso sequer reclamar porque é uma prece minha o que vejo eu não queria ir-me desse mundo deixando minha menina ao relento. Ser mãe é isso, mais que poesia é ter a glória de dizer um dia: -Vêem esta vida bela e construída? Fui eu que dei, ela é um pouco minha. Mas só um pouco, e isso me entristece mas não me angustia ou aborrece damos ao mundo para que nele cresça o mais profundo desse nosso ser. E com você, minha menina, eu posso dizer sem medo de errar ou perjurar talvez o mundo me foi grato, agora eu sei fez de você um ser resplandecente. Ninguém tem o seu sorriso, a sua aura ninguém me olha assim, como você faz ninguém é tão minha quanto você mais amor que entre nós... nunca haverá.
(Desconheço a autoria)
Minha filha meu tesouro

Minha filha, amiga, companheira, irmã, mestre... meu maior TESOURO ! Não existe na vida, nada que valha mais que um filho. É um Tesouro único e inexplicável. Filha, você que tanto me traz alegrias e que me faz sorrir nos momentos em que estou triste ou quando estou pensativa, agradeço a Deus por você existir em minha vida. Iluminado seja seu nome e o seu caminho para que possas vencer. Que Deus em sua infinita sabedoria, guie você por todos os dias de tua vida. Que tenhas sucesso por toda a estrada que ainda terá a percorrer ! Que Deus te traga grandes e iluminados dias na vida, que possas ser Rainha sem jamais perder a Simplicidade, que possas ter Fé sem perder a Esperança, que possas Sorrir sem perder a Lágrima, que possas ser MULHER, sem perder a Criança, que possas ser sempre Feliz !!! E numa única prece, rogo a Deus : Óh Pai de toda a Divina Sabedoria, abençoai meu Pequenino Ser, que está florescendo para a Vida e a guie pelos caminhos da Luz.
(Desconheço a autoria)
Meu filho minha vida

Meu filho minha vida. Foi por ti,que renasci. Foi por ti,que aprendi. Foi por ti,que me sacrifiquei. Foi por ti,que me redescobri. Foi por si,que amei . Meu filho minha vida. Renasci quando ainda foste uma sementinha crescendo e sendo gerado dentro de mim. Pois ser uma portadora da vida é um Dom Divino de Deus. Meu filho minha vida. Aprendi e aprendo coisas novas a todo instante ao teu lado. Pois aprender é dádivas á vida como a criação do ser humano. Meu filho minha vida. Sacrifiquei e sacrifico me todo instante ao teu lado, pois sem ti não sei mais viver. Meu filho minha vida. Redescobri,que as coisas banais do nosso mundo,passam a ter mais significados sendo compartilhadas consigo.Pois os fins justificam os meios aos leigos cheios de defeitos. Meu filho minha vida. Amarei te por toda minha vida, ja vivida, filho meu que Deus consedeu me.Pois so quem é mãe poderá entender este tão grande sentimento puro que a cada dia é regado ,germinado de dentro de mim.
(Desconheço a autoria)
O preço do amor

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito.
Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu:
* Cortar a grama do jardim: R$ 3,00;
* Por limpar meu quarto esta semana R$ 1,00;
* Por ir ao supermercado em seu lugar R$ 2,00;
* Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia às compras R$ 2,00;
* Por tirar o lixo toda semana R$ 1,00;
* Por ter um boletim com boas notas R$ 25,00; e
* Por limpar e varrer o quintal R$ 2,00.
* TOTAL DA DÍVIDA R$ 36,00
A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu:
* Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida: NADA
* Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti: NADA
* Pelas preocupações e pelos prantos que me causastes: NADA
* Pelo medo e pelas aflições que me esperam por tua causa: NADA
* Por comidas, roupas e brinquedos: NADA
* Por dedicar minha vida a ti, adaptando meu trabalho, minha moradia, meu lazer: NADA
* CUSTO TOTAL DE MEU AMOR: NADA
Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas.
Olhou nos olhos da mãe e disse:
"Eu te amo, mamãe !!!"
Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme:
" TOTALMENTE PAGO !"
Para os que ainda tem a felicidade de terem suas mães, reflitam.................ainda é tempo. Para os que já perderam o contato físico, lembrem-se que ainda existem outras mães ( sua esposa por exemplo ) para vocês dedicarem o carinho, a gratidão, o respeito. E não esqueçam que sua postura digna, correta são os melhores presentes que suas mães podem ter, onde quer que estejam. Não sintam remorsos, ao invéns de chorarem lamentando não terem lido este texto antes; enviem pensamentos positivos, busquem lembranças carinhosas..........e rezem para aquela que tanto amor dedicou e com certeza ainda dedica a vocês.
(Desconheço o autor)
O frio que vem de dentro...

Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro.
Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse - eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.
O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo:
- "Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro." E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou:
- "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?"
O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático:
- "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.
O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve.
Ele pensou:
- "Esta nevasca pode durar vários dias. vou guardar minha lenha."
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava.
Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.
- "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos."
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.
Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse:
- "O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro."
A borboleta no casulo

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais. Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que a natureza fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se passassemos esta nossa vida sem quaisquer obstáculos, nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.
Eu quis Força... e recebi Dificuldades para me fazer forte.
Eu quis Sabedoria... e recebi Problemas para resolver.
Eu quis Prosperidade... e recebi Cérebro e Músculos para trabalhar.
Eu quis Coragem... e recebi Perigo para superar.
Eu quis Amor... e recebi pessoas com Problemas para ajudar.
Eu quis Favores... e recebi Oportunidades.
Eu não tive nada do que quis ... Mas eu recebi tudo de que precisava.
Para Refletir (Você sabe a onde esconderam a felicidade?)

Um pouco antes da humanidade existir, se reuniram vários duendes para fazer uma travessura. Um deles falou: devemos roubar-lhes algo, porém o que vamos a roubar?
Depois de muito pensar um duende gritou: Já sei! Vamos roubar-lhes a felicidade, porém o problema vai ser a onde a esconderemos para que ninguém possa descobri-la.
O primeiro propôs: "Vamos a escondê-la no alto da montanha mais alta do mundo", e imediatamente retrucou o outro: "Não, recorda que eles conhecem a força e algum dia alguém poderá subir e encontrá-la, e quando um lá encontrar, já todos saberão onde ela está.
Em seguida propôs o outro: Então vamos a ocultá-la no fundo do mar, e outro contestou: Não, recorda que eles possuem curiosidade, algum dia alguém construirá algum aparelho para poder descer e assim a encontrará.
Outro mais gritou: Vamos escondê-la em um planeta bem longe da Terra. E responderam: Não, recorda que eles têm inteligência, e um dia alguém vai construir uma nave para poder viajar a outros planetas e assim vai descobrir, e todos possuirão a felicidade.
O último deles era um duende que havia permanecido em silencio, escutando atenciosamente cada uma das proposições dos demais. Analisou cada uma delas e falou: Creio saber a onde colocá-la para que realmente nunca a encontrem.
Todos viraram assombrados e perguntaram ao duende: A onde?
O duende respondeu: "Vamos escondê-la dentro deles mesmos. Estarão tão ocupados procurando lá fora, que nunca a encontrarão.
O trem da vida

Um amigo falou-me de um livro que comparava a vida a uma viagem de trem.
Uma comparação extremamente interessante,quando bem interpretada.
Isso mesmo, a vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros.
Quando nascemos, entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que, julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco: nossos pais.
Infelizmente, isso não é verdade; em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível....mas isso não impede que, durante a viagem, pessoas interessantes e que virão a ser super especiais para nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos.
Muitas pessoas tomam esse trem, apenas a passeio, outros encontrarão essa viagem somente tristezas, ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa.
Muitos descem e deixam saudades eternas, outros tantos passam por ele de uma forma que, quando desocupam seu acento, ninguém nem sequer percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros, que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos; portanto, somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante a viagem, atravessemos, com grande dificuldade nosso vagão e cheguemos até eles....só que, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já terá alguém ocupando aquele lugar. Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas...porém, jamais, retornos.
Façamos essa viagem, então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um deles, o que tiverem de melhor, lembrando, sempre, que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso, porque nós também fraquejaremos muitas vezes e, com certeza, haverá alguém que nos entenderá.
O grande mistério, afinal, é que jamais saberemos em qual parada
desceremos, muito menos nossos companheiros, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.
Eu fico pensando, se, quando descer desse trem, sentirei saudades....
acredito que sim, me separar de alguns amigos que fiz nele será, no mínimo dolorido deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos, com certeza será muito triste, mas me agarro na esperança que, em algum momento, estarei na estação principal e terei a grande emoção de vê-los chegar com uma bagagem que não tinham quando embarcaram..... e o que vai me deixar feliz, será pensar que eu colaborei para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.
Amigos, façamos com que a nossa estada, nesse trem, seja tranquila, que tenha valido à pena e que, quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem.
(Silvana Duboc)
A Pessoa Errada

O sol e a lua

Quando o SOL e a LUA se encontraram pela primeira vez, se apaixonaram perdidamente e a partir daí começaram a viver um grande amor.
Acontece que o mundo ainda não existia e no dia que Deus resolveu criá-lo, deu-lhes então o toque final ...
o brilho !
Abateu-se sobre eles uma grande tristeza quando tomaram conhecimento de que nunca mais se encontrariam.
A LUA foi ficando cada vez mais amargurada, mesmo com o brilho que Deus havia lhe dado, ela foi se tornando solitária.
O SOL por sua vez havia ganhado um título de nobreza "ASTRO REI", mas isso também não o fez feliz.
Deus então chamou-os e explicou-lhes:
Vocês não devem ficar tristes, ambos agora já possuem um brilho próprio.
A LUA entristeceu-se muito com seu terrível destino e chorou dias a fio...já o SOL ao vê-la sofrer tanto, decidiu que não poderia deixar-se
abater pois teria que dar-lhe forças e ajudá-la a aceitar o que havia sido decidido por Deus.
No entanto sua preocupação era tão grande que resolveu fazer um pedido a ELE:
Senhor, ajude a LUA por favor, ela é mais frágil do que eu, não suportará a solidão...
E Deus em sua imensa bondade criou então as estrelas para fazerem companhia a ela.
a LUA sempre que está muito triste recorre as estrelas que fazem de tudo
para consolá-la, mas quase sempre não conseguem.
Hoje eles vivem assim....separados, o SOL finge que é feliz, a LUA não
consegue esconder que é triste.
O SOL ainda esquenta de paixão pela LUA e ela ainda vive na escuridão da saudade.
Dizem que a ordem de Deus era que a LUA deveria ser sempre cheia e luminosa, mas ela não consegue isso....
porque ela é mulher, e uma mulher tem fases.
Quando feliz consegue ser cheia, mas quando infeliz é
minguante e quando minguante nem sequer é possível ver o seu brilho.
LUA e SOL seguem seu destino, ele solitário mas forte, ela acompanhada das estrelas, mas fraca.
Humanos tentam a todo instante conquistá-la, como se isso fosse possível. Vez por outra alguns deles vão até ela e voltam sempre sozinhos, nenhum deles jamais conseguiu trazê-la até a terra, nenhum deles realmente conseguiu conquistá-la, por mais que achem que sim.
Acontece que Deus decidiu que nenhum amor nesse mundo seria de todo
impossível, nem mesmo o da LUA e o do SOL... e foi aí então que ele criou o eclipse.
Hoje SOL e LUA vivem da espera desse instante, desses raros momentos que lhes foram concedidos e que custam tanto a acontecer.
Quando você olhar para o céu a partir de agora e ver que o SOL encobriu a LUA é porque ele deitou-se sobre ela e começaram a se amar e é ao ato desse amor que se deu o nome de eclipse.
Importante lembrar que o brilho do êxtase deles é tão grande que
aconselha-se não olhar para o céu nesse momento, seus olhos podem cegar de ver tanto amor.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Arthur da Távola - Coisas que a VIDA ensina...

Amor não se implora, não se pede, não se espera...
Afinal, o que é o amor? - Por Roberto Shinyashiki

Certamente cada um de nós, pelo menos uma vez na vida, refletiu sobre o amor. Essa energia que movimenta toda a humanidade, muito mais preciosa que o ouro, e de cuja existência às vezes se duvida. É procurada nos outros, em nós mesmos, nos livros e, quando não é encontrada, leva à dolorosa sensação de solidão.
Comecemos nossa reflexão vendo o que “não é amor”. Há uma confusão muito grande entre o amor verdadeiro e um produto similar, chamado ‘amor de troca’, uma conduta usada como moeda, para dar direito a cobrar determinados comportamentos dos companheiros. Exemplo típico disso é a eterna cobrança: “Eu sempre cuidei de você, agora que preciso não o tenho comigo”.
O amor é uma energia que cresce dentro de nós e nos convida a estar com o outro. Quando estamos em estado de amor, torna-se inevitável agirmos de forma amorosa. Portanto, o outro, no fundo, faz-nos um favor ao se deixar
amar por nós.
O amor não é um convite à infelicidade. Quando, numa relação, as pessoas se sentem amarguradas, convém refletir cuidadosamente, pois o amor é uma energia que impulsiona para a vida. Quando estamos amando alguém, sentimo-nos vivos e em sintonia com o Universo.
Amar não é viver assustado, procurando adivinhar o que o parceiro quer, para obter sua aprovação, ou temendo o seu mau humor. O sentimento do amor nos dignifica e nos dá a verdadeira dimensão do nosso valor; faz-nos sentir que pertencemos à raça humana e que não somos simplesmente meros complementos um do outro.
Amar não é ficar parado, como um rei, esperando que o outro, pelo fato de estar sendo amado, sinta-se devedor de nosso sentimento O amor nos proporciona uma sensação de gratidão para com a existência; um sentimento de ser abençoado pela dádiva divina. E, em retribuição, somos levados a cuidar desse amor.
Amar não é simplesmente ter desejo sexual que, apesar de ser algo incrível, não é o único elemento do amor. As pessoas que vêem o amor como algo puramente genital geralmente acabam por empobrecê-lo.
Amar é uma viagem a ser feita com alguém, na qual, ao mesmo tempo em que desfrutamos dessa entrega, desvendamos os mistérios que ela nos apresenta a cada momento.
O amor é uma força que nos leva a enfrentar todos os nossos medos, criados desde as primeiras experiências dolorosas de aproximação. Torna-nos corajosos e ousados, prontos a desafiar o tédio e o comodismo, a enfrentar o desafio do cotidiano, sem deixá-lo transformar-se em rotina. Proporciona-nos uma postura de aprendiz, concedendo-nos a suprema compreensão de que, quando somos levados pelo impulso do amor, realizamos algo. No amor, não estamos nos submetendo ao outro, mas sim obedecendo às ordens do sábio que existe dentro de nossos corações.
O amor nos dá coragem para enfrentarmos todas as mensagens negativas ouvidas na infância, do tipo “homem não presta”, “mulher é complicada”, “casamento só traz sofrimento”, que poluem nossos pensamentos. Não podemos exigir a perfeição do ser amado, pois, como diz Aristóteles: “O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição”.
O amor é um convite a estar com o outro, porque, como diz Francesco Alberoni: “É um estado nascente de um movimento a dois; é um querer estar compartilhando alegrias e dores, problemas e soluções com o ser amado”.
O amor leva-nos a respeitar a nossa própria individualidade e a do outro, pois, como diz Rajneesh: “Viver é como o ciclo respiratório. Na inspiração entra-se em contato consigo próprio, é o estar só, é o momento em que se carrega o coração de energia, é a maturação do feto, a preparação do botão de rosa. E na expiração dá-se o encontro, o desabrochar do amor, o renascimento com o outro, o ’ser’ com o outro. A respiração não é possível sem os dois movimentos. Precisamos da inspiração tanto quanto da expiração.”
O amor é a força que nos torna guerreiros, sem revolta, pois, como dizia Eric Fromm: “Amar é comprometer-se sem garantias; entregar-se completamente, com a esperança de que o nosso amor produza amor na pessoa amada”.
O amor é uma viagem para dentro de nós, na busca de respostas que nos revelem o que não está certo conosco, mesmo que o outro esteja sendo desleixado com nosso amor. Porque, como dizia Antoine Saint-Exupéry: “O amor é o processo em que você me mostra o caminho de retorno a mim mesmo”.
A palavra amor é muito limitada para expressar a totalidade do seu significado e, por isso, ao procurarmos conceituar o sentimento, é inevitável que o limitemos.
O amor é muito mais que o encontro de dois corpos, muito mais que a união entre duas pessoas. É a própria consciência da Existência: a crença nas forças divinas, que cuidam de todo o universo e que nos levam um ao outro, com a mesma fluidez com que aproximam uma nuvem de uma montanha, que nos proporcionam uma força sobre-humana, que dão energia ao vento, ao mar e à chuva e que nos tornam grandes como pinheiros gigantescos.
No amor seguimos um caminho, realizando uma história, cujo final, apesar de todo nosso conhecimento, só vamos saber quando a completarmos.
A única certeza que temos é a de que o amor é uma condição inerente ao ser humano. Assim como a flor emana o seu perfume, o homem e a mulher naturalmente exalam o amor. Isso é tão inevitável quanto é impossível proibir a terra molhada de desprender o seu cheiro.
Trecho do livro “Amar pode dar certo”
de Roberto T. Shinyashiki e Eliana Bittencourt Dumet
A tigela de madeira(lendas do Japão)

A tigela de madeira
Uma senhora de idade avançada foi morar com o filho, a nora e a netinha de 4 anos. As mãos da velhinha estavam trémulas, sua visão embaçada e os passos, vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas as mãos trémulas e a visão falha da avó a atrapalhavam na hora de comer. A soja rolava de sua colher e caía no chão. Quando pegava a tigela, o missoshiru (sopa à base de pasta de soja) era derramado na toalha.
O filho e a nora irritaram-se com a bagunça: - Precisamos tomar uma providência com respeito à mamãe”, disse o filho.
- Já tivemos suficiente sopa derramada, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha.
Ali, a avó comia sozinha, enquanto o resto da família fazia as refeições na sala, com satisfação.
Desde que a velhinha quebrara uma ou duas tigelas de louça, sua comida era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para a avó sentada ali sozinha, às vezes notava que ela tinha lágrimas nos olhos.
Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram demonstrações ásperas quando ela deixava um palito ou comida cair ao chão. A menina de 4 anos assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, a mãe percebeu que a filha pequena estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ela perguntou delicadamente à criança: “O que está fazendo?”
A menina respondeu docemente:
- Oh, estou fazendo uma tigela para você comer, quando eu crescer.
E a garota sorriu e voltou ao trabalho.
Reflita ***

